Escuta-se ao longe o som dos tambores, das gungas e dos patangomes. É a Irmandade de Moçambique Nossa Senhora do Rosário, do Bairro Alto dos Pinheiros, que chega para mais uma Festa de Reinado. Em meio aos cânticos entoados pelo Capitão Paulo e respondidos por toda a guarda, em meio aos apitos de comando do Paulo ensaiador e os movimentos dos dançarinos do Grupo Aruanda, conhecemos a história deste personagem real e sua lida com o Bastão e o Rosário.
Minibio
Ana Luísa Cosse é publicitária formada pela PUC MG e atua desde 2012 na área de comunicação e cultura. Dirigiu o documentário "O Bastão e o Rosário", que recebeu menção honrosa no Festival Cine Baru – Mostra Sagarana de Cinema e foi indicado a melhor figurino no Festival Cine Tamoio; foi diretora de fotografia do documentário "Aura da Luta". Além disso, produziu vídeos institucionais, teasers, registro de espetáculos e videoclipes, catalogação de danças e aulas, além de trabalhos para Grupo Aruanda, Festival Descontorno, Teatro Universitário UFMG, CRCP Lagoa do Nado, banda Tutu com Tacacá, Festival Empondera e outros.
Marina Araújo trabalha com fotografia digital, com pouca ou nenhuma alteração das imagens captadas, buscando o diferencial de olhar fotográfico sobre a imagem registrada. Seus trabalhos fotográficos e audiovisuais são inspirados na etnofotografia enquanto método de leitura da realidade, resultante da interação entre sujeito e objeto, explícita e inerente ao ato de fotografar. Seus registros videográficos são frutos de uma gênese que partem do ponto de vista da pesquisadora/diretora, mas se consolidam pela interação entre fotógrafa e fotografade, diretora e dirigide – interação esta construída por meio da vivência dos lugares. Foi roteirista e produtora executiva do documentário "O Bastão e o Rosário" e diretora dos documentários “Centrífuga”, de 2020, e “A Luta das Auras”, de 2022.
Conheça mais: @analuisacosse